A Justiça manteve a prisão do empresário de Americana, Thiago Branco de Azevedo, conhecido como Thiago Ralado, de sua esposa, Juliana Iglesias, também de Americana, e do cunhado, o pastor Júlio Ricardo Iglesias Oriolo, de Santa Bárbara d’Oeste, após audiência de custódia realizada nesta sexta-feira (27). Os três haviam se apresentado voluntariamente à Polícia Federal em Piracicaba e agora permanecem presos.
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Thiago e Júlio serão encaminhados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Piracicaba, enquanto Juliana será levada para a penitenciária feminina de Mogi Guaçu.
A apresentação ocorreu dois dias após a deflagração da Operação Fallax, realizada na quarta-feira (25), que investiga um suposto esquema milionário de fraudes bancárias e lavagem de dinheiro com atuação em diversos estados.
Thiago é apontado pela Polícia Federal como peça-chave na organização criminosa. Segundo as investigações, ele seria responsável por intermediar o contato entre o grupo e uma rede de “laranjas”.
Essas empresas eram abertas com documentos falsos, muitas vezes em nome de pessoas que sequer sabiam do uso de seus dados. A estrutura seria utilizada para obtenção de empréstimos bancários de forma fraudulenta e para movimentação de dinheiro ilícito.
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A investigação teve início em 2024, após indícios de um esquema organizado de fraudes financeiras, com possível participação de funcionários de instituições bancárias.
Outro nome que aparece entre os investigados é Rafael Góis, CEO do Grupo Fictor.
Até o momento, 18 pessoas já foram presas — sendo 15 no dia da operação e três após se apresentarem — enquanto outros três investigados seguem foragidos.
Os envolvidos podem responder por organização criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional.
Foto Portal Entrenews
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