Polícia identifica homem que retirou câmera após morte de jovem em Limeira

Polícia identifica homem que retirou câmera após morte de jovem em Limeira

Postado em 24/06/2026 , por Patrícia di Sanctis

Anúncio

A Polícia Civil identificou o homem apontado como responsável por retirar a câmera presa à vítima após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma atividade de rope jump em Limeira (SP). A informação consta no pedido de prisão apresentado à Justiça e também foi mencionada pelo Ministério Público (MP).

RECEBA AS NOTÍCIAS DO ENTRENEWS NO SEU WHATSAPP

Segundo a investigação, João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, retirou o equipamento logo após a tragédia. Ele está entre os três suspeitos presos temporariamente no último fim de semana.

Além de João Antônio, a polícia também prendeu Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43 anos, apontada como responsável pelo grupo que organizava os saltos, e Gabriel Barros Martins, de 30 anos.

De acordo com a Polícia Civil, os três suspeitos são do estado do Rio de Janeiro e passaram a integrar o grupo de investigados pela morte da jovem.

 

Seis pessoas estão presas

 

Os três novos presos se juntam aos instrutores Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos.

Os três foram presos em flagrante no dia do acidente e tiveram as prisões convertidas em preventivas. Eles respondem por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de produzir o resultado.

Na semana passada, a Justiça de São Paulo negou pedidos de habeas corpus apresentados pelas defesas de dois dos instrutores presos.

 

Investigação apura falha de segurança

 

A tragédia ocorreu durante um salto realizado de uma altura aproximada de 40 metros. Segundo a investigação, a corda de segurança que deveria estar conectada ao equipamento utilizado por Maria Eduarda não foi presa e permaneceu enrolada na estrutura da plataforma.

Imagens registradas no local mostram a jovem sendo conduzida até a extremidade da ponte e lançada para o salto.

Testemunhas ouvidas pela polícia relataram que os procedimentos de conferência dos equipamentos não teriam sido realizados antes da atividade.

Ainda de acordo com a investigação, os organizadores afirmaram não se lembrar de quem era o responsável por conectar a corda de segurança nem por que a checagem final deixou de ser feita.

A Polícia Civil também apura a atuação do grupo responsável pelos saltos. Segundo os investigadores, a atividade era promovida por grupos informais e não havia uma empresa formalmente constituída responsável pela operação.

 

Mulher morre ao saltar na Ponte do Esqueleto; corda não foi amarrada

 

LEIA + NOTÍCIAS AQUI

Foto: Divulgação | Metrópoles
Polícia identifica homem que retirou câmera após morte de jovem em Limeira

Compartilhe na redes sociais!

Anúncio