Uma mulher de 51 anos foi encontrada morta e parcialmente carbonizada em área de mata de difícil acesso, nesta quarta-feira (1º), em Nova Odessa (SP). Ela estava desaparecida desde o dia 26 de março.
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A vítima, Selma Rosa de Oliveira, apresentava sinais de violência, queimaduras e avançado estado de decomposição. A filha e o companheiro da vítima, localizaram o corpo por volta das 17h, em meio à vegetação fechada próximo à residência deles, na região do Jardim Campos Verdes. O local de difícil acesso dificultou o isolamento inicial da área.
O estado do cadáver indica que a morte pode ter ocorrido dias antes da localização, conforme o boletim de ocorrência.
Confusão ocorreu após descoberta
Após encontrarem o corpo, a filha e o companheiro foram até a casa de um casal apontado como suspeito para questionar o caso.
A abordagem gerou uma confusão generalizada e terminou com agressões. A Polícia Militar (PM) foi acionada e interveio para conter a situação.
No local, os policiais encontraram um rapaz de 21 anos e uma jovem de 19 anos. Eles relataram que sofreram agressões com um machado e uma faca durante o confronto.
Depoimento e perícia
O companheiro e a filha da vítima compareceram espontaneamente à delegacia e informaram a localização do corpo. Eles relataram que tentaram questionar o suspeito, que reagiu de forma agressiva ao tentar fugir, o que deu início à briga.
Durante as diligências, a filha indicou aos policiais o ponto exato onde o corpo estava. A área foi isolada para perícia do Instituto de Criminalística.
Suspeito confessa e é preso
Segundo a Polícia Civil, o suspeito confessou o crime. Ele afirmou que agrediu Selma durante uma discussão e a deixou desacordada.
De acordo com o registro policial, ele disse que ateou fogo no corpo com óleo de cozinha e ocultou o cadáver na vegetação.
A polícia prendeu o homem em flagrante por feminicídio, ocultação de cadáver e lesão corporal.
A companheira dele foi indiciada por participação na ocultação do corpo. A autoridade policial solicitou a conversão das prisões em preventivas. O caso segue sob investigação para esclarecer a motivação.
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Foto: Polícia Civil
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